quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

O primeiro sem ti.

Sabes que dia é hoje? É dia 19, dia este que à seis meses atrás não me dizia precisamente nada e agora é o dia mais importante da minha vida, e isto não é nenhum exagero. seis meses de vida, seis meses de felicidade, seis meses de partilha. Sabes, apaixonei-me por ti e agora não me consigo desapaixonar! Nem sempre fui correcta contigo, nem sempre fiz o que devia, nem sempre fiz o que era mais correcto, mas tudo, todas as coisas que fiz, todas as atitudes que tomei foram por te amar, e por te amar demasiado. Nunca pensei que a nossa história terminasse assim, sempre nos vi eternos, felizes, concretizados, porque nós tínhamos tudo para que isso acontecesse... ou quase tudo. Pelo menos era o que eu pensava. Já faz alguns dias que não falamos e nem sabes o quanto me custa ver-te online e não poder sequer dizer-te "olá" não poder dizer o quanto te amo talvez até por orgulho. Os sentimentos para ti mudaram e pelos vistos mudaram muito, como nunca aconteceu em nenhuma situação, e é isto que me faz acreditar que acabou e não vai voltar mais, não sei sequer como é que vou viver a minha vida sem ti e isto não é para ser lamechas, é apenas a verdade e só quem ama o consegue saber. Tenho saudades tuas, muitas, imensas e enormes, quero ter-te mais que ninguém, quero abraçar-te, quero beijar-te, quero passar os melhores momentos contigo, dedicados a ti! Quero ser a tua namorada, a tua rainha, a tua, simplesmente tua. Tenho saudades das tuas vivências, das tuas frases bem feitas, dos teus relatórios do dia-a-dia, de cada "amo-te" que disseste, de nós, do nosso nós que era perfeito. Tenho medo que tudo se perca, que a nossa amizade fique destruída, tenho medo de nunca mais saber de ti, de nunca mais te ver! Já te perdi, e esse era o meu maior medo, foste sincero comigo e isso custou-me (apesar de ser o melhor e me teres mostrado, mais uma vez, que não escondes nada nem me queres fazer sofrer, apesar de mesmo assim o teres feito), sim eu estou mal, estou desfeita, hoje faz seis meses que te amo e não posso sequer dizê-lo. Não consigo dizer-te nem quero que vejas isto, não quero que tenhas "pena" de mim nem que voltes para eu ficar feliz, quero a sinceridade que sempre me mostras-te que tinhas. Tenho vergonha, tenho medo, não quero que te sintas forçado a mudar esta situação por minha causa, quero que sejas tu, e se isso implicar nunca mais falar contigo... então que seja. Vou respeitar-te. Morri para ti, mas tu continuas em mim e tenho todas as certezas que vais ficar na minha memória e no meu coração. Amo-te Jorge, amo-te de uma maneira que nunca consegui mostrar, incontrolávelmente. Serei sempre a mesma e estarei cá se quiseres voltar.*

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